Neste capítulo do programa Gestão de Riscos Sem Fronteiras, abordamos o elo que faltava entre a política escrita e a prática diária: a Cultura de Risco. Diferente do apetite a risco, que é uma intenção, a cultura de risco é o comportamento real da organização diante das incertezas.
Os Três Movimentos da Cultura de Risco:
-
Estruturar: Identificar elementos-chave como ética, integridade e abertura para o challenge, posicionando a cultura dentro da governança corporativa.
-
Medir: Utilizar modelos de maturidade, people analytics e indicadores de incidentes para traduzir o comportamento em dashboards para a alta gestão.
-
Evoluir: Fortalecer a segurança psicológica e o alinhamento de incentivos para permitir o aprendizado estruturado a partir de erros.
Conexões Estratégicas:
-
Diálogo com a ISO 31000 e o COSO ERM.
-
Aplicação do padrão ORCS (Organisational Risk Culture Standard).
-
Integração com as Três Linhas (Gestão, Riscos/Compliance e Auditoria).
Assista à síntese técnica e ouça o painel completo abaixo:
✨ Apetite é intenção; Cultura é comportamento. Avalie este conteúdo com ⭐⭐⭐⭐⭐ no Spotify e ajude a t-Risk a transformar a gestão de riscos no Brasil!