Como funciona - Total Risk O sistema é alimentado com informações trazidas pelo usuário, não emite soluções prontas.
Clicando em um dos projetos, o usuário encontrará os menus dos grandes blocos de trabalho: Clientes, Parâmetros, Avaliação de riscos e Configurações.
No bloco Clientes, são cadastrados os dados dos clientes e seus projetos. O sistema mostra o comparativo atualizado dos indicadores de desempenho.
No bloco Parâmetros, o usuário fornece informações sobre faturamento mensal, número de empregados, controles (recursos) existentes etc. Seguindo as instruções, o usuário define os perfis dos avaliadores e o peso que cada um terá na atribuição de valores.
Esses dois blocos, Clientes e Parâmetros, reúnem os dados para o estabelecimento do contexto. Neles são informados, por exemplo, os Fatores Críticos de Sucesso do Sistema de Referência (empresa ou organização) e o perfil de tolerância ao risco, obtido junto ao cliente. Em etapa posterior, o sistema mostrará se os controles deixarão o Sistema de Referência (empresa ou organização) dentro do perfil de tolerância indicado pelo cliente.
O bloco Avaliação de riscos é dedicado a identificar, analisar e avaliar o estado do Sistema de Referência (empresa ou organização) em relação à segurança patrimonial. Preenchendo os dados, o usuário completará os grandes passos da avaliação:

  • Nível de risco;
  • Matriz Risco x Risco;
  • Matriz Fatores críticos de sucesso;
  • Controle existente x Controle necessário;
  • Redução da perda esperada;
  • Plano de ação;
  • Relatório de conclusão.


Nível de risco

O estabelecimento do nível de risco começa pelo método Mosler, que trata dos fatores envolvidos em determinado risco com o mínimo possível de subjetividade. O método Mosler parte de seis critérios, aos quais são atribuídos pesos de 1 a 5, conforme o grau de influência. São estes os critérios: função, substituição, profundidade, extensão, probabilidade e impacto financeiro. Mais detalhes são fornecidos por tutoriais no t-Risk.

A atribuição de pesos pode demandar o trabalho de um consultor em conjunto com pessoas que conheçam o SR em profundidade. Nesses casos, recomenda-se a montagem de um pequeno comitê com representantes de diferentes áreas da empresa-cliente. Quanto mais diversificados os perfis, mais equilibrados serão os pesos. Os pesos dados pelo consultor poderão ter valor duas ou três vezes maior do que os demais. Recomenda-se que haja um ou mais avaliadores para cada 500 colaboradores. O t-Risk registra e aponta o grau de confiabilidade da avaliação.

Ainda utilizando o método Mosler, o sistema cria quatro novas colunas na tabela: importância do sucesso, danos causados, magnitude do risco, perda esperada e evolução do risco.

A evolução do risco (ER) leva à classificação dos riscos por ordem de importância para os objetivos da organização e os Fatores Críticos de Sucesso.

Em seguida, o t-Risk mostra a matriz Nível de risco, de quatro células, com a relação entre os fatores de ocorrência dos riscos e suas consequências.

Essa matriz leva a duas tabelas: a primeira traz recomendações de tratamento e a segunda mostra como ficaria a classificação dos riscos com os tratamentos indicados.


Matriz Risco x Risco

Neste bloco, o usuário atribui pesos ao grau de influência que cada risco exerce sobre os demais. O t-Risk calcula a motricidade de um risco para impulsionar outros riscos e a dependência de cada um deles. Tutoriais e quadros explicativos orientam o passo a passo para o usuário chegar à matriz Risco x Risco, um importante elemento de análise.


Matriz Fatores críticos de sucesso

Para quantificar o grau de influência de cada risco sobre os Fatores Críticos de Sucesso, o usuário atribui pesos que vão de zero (não há influência) a quatro (influência elevada). Em retorno, o sistema produz tabelas e gráficos que demonstram a vulnerabilidade de cada Fatores Críticos de Sucesso listado.


Controle existente e controle necessário

O usuário atribui pontos à redução de cada risco na presença dos controles. Os pontos variam de menos 10 (redução grande) até zero (ausência de alteração). O sistema emite um relatório sobre a eficiência de tratamento dos riscos, com tabelas e gráficos. Os resultados formam a base para o passo seguinte, que é a graduação dos controles em níveis.

O sistema gera um gráfico altamente elucidativo confrontando os controles existentes com os controles necessários.
Uma tabela com os controles de segurança, em suas três modalidades (humanos, organizacionais e técnicos) orienta o usuário quanto às recomendações que deverá fazer a seu cliente.


Redução da perda esperada

Nova tabela informa a perda esperada em dinheiro, o que provê uma estimativa para o volume de esforço e capital a serem investidos nos controles para cada risco em particular.

No passo seguinte, obtêm-se os valores de redução da perda esperada após implantação dos controles recomendados – RPE. O t-Risk explicita as prioridades de investimento, com valores em dinheiro. A diminuição da perda esperada permite ao cliente raciocinar sobre o ROI na mitigação de riscos.


Matriz SWOT

Uma matriz SWOT ajuda o usuário a ver os melhores caminhos para cuidar dos controles e pontos de atenção.


Plano de ação

Neste passo, o usuário aplica sua expertise para fazer suas recomendações quanto às ações a serem tomadas. Barreiras físicas externas, sistema de alarme, circuito fechado de televisão, controle de acesso, políticas, normas, procedimentos, sistemas eletrônicos são alguns dos recursos de segurança mais eficientes que se conhecem.
Os primeiros riscos a tratar podem ser os de altíssima motricidade e altíssima dependência. A destinação de investimentos, entretanto, será decidida pelo cliente.
Por melhor que seja o plano de ação, sempre haverá riscos residuais. Para eliminar de vez o risco, seria necessário eliminar a atividade geradora.


Relatório de conclusão

Finalizando, o sistema emite um relatório detalhado no formato PDF, editável diretamente na plataforma, com opção de segurança, mediante a geração de arquivo com senha. Portanto, todo material de interesse do cliente-decisor pode ser gravado também fora da plataforma t-Risk, economizando horas de trabalho do consultor e suprindo eventuais dificuldades que ele tenha na redação e formatação finais.